Consumismo: É o ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou prejudiciais para a nossa saúde ou para o ambiente.
Identidade: É o conjunto de caracteres próprios e exclusivos com os quais se podem diferenciar pessoas, animais, plantas e objetos inanimados uns dos outros.
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Consumismo: É o ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser prejudiciais para a nossa saúde ou para ambiente. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de influência que as empresas por meio de propaganda e da publicidade, bem como a cultura industrial, por meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos alegam que elas induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenômeno da sociedade de agora.
Identidade, consumo e o consumismo humano: A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para a sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos de "marca". No entanto, a definição de necessidade supérfluas é algo relativo, já que um produto considerado supérfluo para alguém pode ser essencial para outra, de acordo com as camadas sociais a que a população pertence. Isso pode gerar violência, pois as pessoas comentem crimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquiri-lo. Nesses casos, a necessidade de consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas que elas não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.
Desde que nascemos vivemos em uma sociedade que nos define pelo ter, pelo possuir.
Somos o que temos e o que consumimos, a identidade pessoal e
o equilíbrio mentam se ancoram no "ter".
Bibliografia : http://pt.wikipedia.org/wiki/Consumismo
Uma das características mais apontadas como a marca da “pós-modernidade” localiza-se justamente no desejo socialmente expandido da aquisição do supérfluo, do excedente, na insaciabilidade, na constante insatisfação. Uma necessidade satisfeita gera quase automaticamente outra necessidade, num ciclo que não se esgota, num continuum onde o final do ato consumista é o próprio desejo de consumo.
Chegamos a um ponto em que nem sequer nos damos conta de quanto o consumismo interfere nas nossas escolhas e na nossa vida social, substituindo as necessidades ditadas pelo bom senso por um artificial e insaciável impulso de possuir coisas que somos “levados a desejar”. Eleito símbolo de status, o consumismo nos leva a comprar objetos não pela necessidade e, muitas vezes, nem sequer pelo prazer de usá-los, mas pelo que representam. Somos impelidos a renunciar ao que já temos, e que até ainda nos serve, porque já surgiu uma novidade que “não podemos não ter”.
O consumo, como estilo de vida e novo valor ético, é o que determina não só o ter como o “aparecer”. Quanto mais consumimos, mais nos mostramos aos outros consumidores, mais aparecemos como “normais”. Quem não consome, quem se apega a um celular de dois anos atrás, quem não se converte ao digital, quem não atualiza rapidamente o guarda-roupa conforme os ditames da última moda é, no mínimo, “esquisito”. A sociedade do consumo referenda, portanto, uma nova “normalidade”, uma nova forma de cidadania, na qual os sinais de “pertencimento” não são dados pelo compartilhamento de direitos e deveres, mas sim pelo grau de consumo.
Bibliografia : http://www.aguasemendadas.com/2011/09/consumo-logo-existo.html
Videos sobre o consumismo:
http://www.youtube.com/watch?v=1osuR2zPvYo
http://www.youtube.com/watch?v=IhGUPQZOmd8

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